Temer enfrenta protestos dos seus ex-companheiros da esquerda contra a Reforma da Previdência

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Protestos nas Ruas de Curitiba na manhã desta terça-feira (15)

Socialismo Marxista versus Socialismo Fabiano. Os protestos de marcam esta terça-feira (15) em todo país contra a Reforma da Previdência do governo Temer (PMDB), que se (re)elegeu junto com Dilma Rousseff, Lula em 2010 e 2014, conseguiu unificar a esquerda radical contra os democratas socialistas dilapidadores do dinheiro público.

Conseqüentemente, tais manifestações darão alento ao “nove dedos” para iniciar suas viagens pelo Brasil – caso Moro não o prenda antes .

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A paralisação traz no embalo a APP Sindicato – braço sindical cara-de-pau-mente petista que se diz representar os professores estaduais – e ressuscitam nas ruas os Black blocs, responsáveis pela confusão para cima da Polícia Militar do dia 29 de abril de 2015 na Praça Nossa Senhora da Salete em Curitiba.

Imagina como estará a capital da Operação Lava Jato no dia 3 de maio. Data agendada para o depoimento de Lula na sede Justiça Federal e frente a frente com Moro…

Temer realmente mostra que tem a alma verdadeira de um Nosferatu. Ressuscita os zumbis esquerdistas das cinzas. Os mesmos que no governo Dilma foram os primeiros apresentarem idéias de uma reforma da previdência indecente para o trabalhador brasileiro e agora pegam o embalo de uma greve geral.

Doria não descarta candidatura à Presidência em 2018

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João Doria (PSDB)

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), não descarta a candidatura à Presidência em 2018. Afirmou, segundo a Gazeta do Povo, que a determinação de não se candidatar em 2018 não é “irreversível”. Questionado sobre a possibilidade de disputar o Planalto, ele reafirmou o apoio ao seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), mas não descartou concorrer caso haja desgaste dos nomes tucanos mais cotados para a eleição. O mesmo ele disse em relação a uma candidatura ao governo paulista.

As declarações foram dadas em entrevista ao jornal “SBT Brasil”, do SBT, veiculado na noite desta segunda-feira (13). Na semana passada, o prefeito negou a intenção de disputar a Presidência e declarou adesão ao nome de Alckmin, que, por sua vez, admitiu publicamente a intenção de concorrer ao Planalto no próximo ano.

Questionado se concordava com a frase do político mineiro Magalhães Pinto de que “política é como nuvem: você olha, ela está de um jeito, você olha e ela está de outro”, Doria disse que “nada é irreversível, exceto a morte”.

DO IRRITANTE:

Dória vem mostrando frente a administração paulistana um novo jeito de fazer política, com mais iniciativa privada auxiliando a comunidade e menos custos ao estado. O O sistema adotado pelo PT de sangrar os cofres públicos através da corrupção e das políticas assistencialistas, está defasado pelos rombos nas contas públicas. Aquele antigo perfil de político enrolão e ladrão está acabando.

APP reconhece que categoria não quer a greve em março

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Hermes Leão, presidente petista da APP Sindicato

A APP reconhece que a maioria dos professores é contra a greve convocada pelo sindicato para 15 de março e diz que vai apelar para a sociedade na mobilização da categoria. “Encerramos 2016 com muita divisão, porque o governo jogou essa divisão para a categoria. Vamos construir bem esta greve tanto com a categoria quanto com a sociedade”, afirmou Hermes Silva Leão, presidente do sindicato, à repórter Jéssica Sant’Ana na Gazeta do Povo desta segunda-feira, 13.

Fica claro ainda que a APP vai tentar doutrinar estudantes e pais em relação a greve e reduzir a carga horária nas salas de aula. Serão eleitos representantes nas escolas para mobilizar pais, alunos e professores em favor da greve. Além disso, uma vez por semana, os professores vão dar cinco aulas de 30 minutos cada e usar o período restante para debater tanto com a sociedade quanto a comunidade acadêmica as reivindicações da categoria.

(foto: Bem Paraná)

Link original da matéria
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/governo-beto-richa-ganha-um-mes-para-tentar-evitar-nova-greve-na-educacao-6epk5qrc81tpc1ihphxftk8tj

Do Irritante:

Chega ser patética a tentativa de mais uma vez a “petralhada” por interesses políticos-partidários atrasar a vida de mais de 1 milhão de famílias e estudantes do Estado. Tudo pensando no próprio bolso.

Greca chama de “sandice” ocupação de colégios em Curitiba

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Do Uol

O engenheiro Rafael Greca (PMN), eleito prefeito de Curitiba neste domingo (30) ao derrotar o deputado estadual Ney Leprevost (PSD), declarou nesta segunda-feira (31), em entrevista ao UOL, considerar uma “sandice” as ocupações de escolas na capital paranaense. Para o futuro mandatário da capital paranaense, a cidade “não acolheu essa ideia” e há um “uso político” das ocupações por parte dos jovens.

“É uma sandice tentar defender uma bandeira de educação ocupando uma escola,impedindo os jovens de fazerem o Enem no próximo sábado (5). O diálogo deve existir, o que não deve existir é o uso político da escola, isso é odioso”, afirmou Greca, que venceu o segundo turno do pleito municipal com 53,25% dos votos válidos.

Ex-ministro do Esporte e Turismo do governo FHC, Greca afirmou que não há sentido para os estudantes ocuparem as escolas na cidade, movimento que chamou de “nefasto” e “perverso”. “O que há de produtivo para a sociedade eles ficarem de noite dentro de uma escola, consumindo drogas e depois se esfaquearem, se matarem?”, questionou, fazendo referência à morte do estudante Lucas Eduardo Araújo da Mota, de 16 anos, no último dia 24 de outubro, dentro do Colégio Estadual Santa Felicidade.

Eleito prefeito de Curitiba pela segunda vez –governou o município entre 1993 e 1996, à época pelo PDT–, desta vez Greca concorreu por um partido considerando “nanico”, o PMN. Para ele, sua vitória se deve ao fato de os curitibanos desejarem a volta de uma cidade em que “o SUS funcionava e os serviços públicos eram exemplares”, como, segundo ele, ocorria durante sua gestão.

Para o prefeito eleito, “a ideia de tirar Curitiba do vermelho” ajudou em sua eleição. “Curitiba não quer saber de partidos políticos controlando as estruturas de serviço público”. Greca também disse que vai “limpar” a prefeitura de “tudo que é excrecência, que é interesse alheio à história da cidade”. Questionado sobre o que seria a “excrecência” a que se referia, afirmou se tratar de “companheirada empregada em cargos públicos”. “A ideologia é um veneno que destrói as estruturas sociais. Não sou de esquerda nem direita, meu partido é Curitiba”, completou.

Frase polêmica

Greca também foi questionado sobre uma frase polêmica dita no dia 22 de setembro, durante uma sabatina, quando afirmou ter vomitado “por causa do cheiro [de uma pessoa pobre]”. Após a repercussão negativa da declaração, o então candidato do PMN pediu “perdão” e disse que a frase foi tirada do contexto em que foi proferida. Ao UOL, o prefeito eleito disse que a “repetiria sempre que desse uma aula de serviço social”.

“O educador social tem que entender a dificuldade e o despojamento necessário que ele tem que ter [para exercer a função]”, defendeu-se. Greca ainda afirmou que demonstrará durante seu mandato que se empenhará para fazer o “resgate social” da população das classes mais baixas da pirâmide social.

“Vocês me aguardem nas madrugadas frias de Curitiba fazendo resgate social, que é uma coisa que me dá grande alegria”, afirmou.

Gleisi defende e homenageia Lula para um plenário vazio

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) subiu à tribuna para homenagear o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por seu aniversário de 71 anos nesta quinta-feira (27). Ela também defendeu Lula das acusações sofridas na Lava Jato. Não havia um senador sequer no plenário prestando atenção em seu discurso. Apenas o senador Paulo Rocha (PT-PA) estava no recinto. Ele presidia a sessão não deliberativa. As informações são de Nonato Viegas na Época.

Link nota:
http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2016/10/gleisi-defende-e-homenageia-lula-para-um-plenario-vazio.html

Do Irritante:

No próximo domingo (30), dia do segundo turno, será mais uma oportunidade dos eleitores das cidades de 200 mil ou mais eleitores terminarem de enterrar a esquerda, Lula, PT e toda a tralha de corrupção socialista ainda incorporada em alguns candidatos.

Lugar de bandido é na cadeia, diz deputado sobre presidente da Upes

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Deputado Missionário Arruda (DEM) vai pedir responsabilização da UPES de Mateus dos Santos, na foto à direita ao lado do deputado Zeca Dirceu (PT)

O deputado Ricardo Missionário Arruda (DEM) protocolou no Ministério Público, um pedido de investigação para apurar a responsabilidade da APP-Sindicato, Upes (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas), PT, Psol e PCdoB nas invasões das escolas do Paraná que culminaram na morte de um estudante/adolescente em um colégio em Curitiba.

Assista:

“Desocupa Paraná, estudantes querem estudar”, diz Francischini

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O deputado Fernando Francischini (SD) postou um vídeo nas redes sociais em que defende a desocupação imediata das escolas por grupos da Upes (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas), UJS (União da Juventude Socialista), PT, Psol, PCdoB e outros assemelhados.

Fernando Francischini até o momento não declarou apoio aberto do seu partido ou do seu filho, deputado estadual Felipe Francischini (SD) para algum dos dois candidatos a prefeito de Curitiba.

Lembrando que todos esses grupelhos esquerdistas apoiam Ney Leprevost (PSD) como candidato a prefeito no segundo turno, através da liderança de Matheus dos Santos, funcionário de campanha e presidente da UPES, entidade ligada ao PCdoB.

Assista o vídeo:

No desespero dos números, Ney Leprevost ataca Fernanda Richa

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Fernanda Richa no programa de Rafael Greca (PMN) acende a ira de Ney (PSD)

Assustado com os números negativos em suas pesquisas internas, o candidato Ney Leprevost (PSD) anda dizendo cobras e lagartos da secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, em rodas de conversas. Sem qualquer respeito ou pudor. Leprevost está inconformado com a entrada da secretária nos programas eleitorais do candidato Rafael Greca (PMN). A participação de Fernanda Richa nos comerciais de Greca está atraindo votos para Greca principalmente na população mais carente. Ney Leprevost ainda diz que pretende rever todos os programas sociais da prefeitura de Curitiba, especialmente aqueles criados na gestão de Fernanda Richa.

“Devolvam nossas escolas”, diz professor na tribuna da ALEP-PR

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Professor Gilmar Dzalickz na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná 

O professor Gilmar Dzalickz, do Movimento Desocupa Paraná, falou nesta terça-feira (25), da tribuna da Assembleia Legislativa sobre a situação dos professores que não aderiram à greve da APP-Sindicato e que também não apoiam a ocupação das escolas por movimentos ligados a partidos políticos. “Alegam falta de diálogo do governo federal por editar as medidas através de medida provisória, mas não dialogam quando ocupam escolas, deflagram greve e deixam mais de um milhão de alunos prejudicados, sem aula, e ainda perseguem quem ousa discordar”, disse, ao apelar para que as escolas sejam devolvidas aos alunos, professores e comunidades.

Assista:

Do Irritante:

Precisou morrer um adolescente de 16 anos para todo mundo acordar que essas invasões são políticas e criminosas. As escolas viraram antro de vandalismo, sexo e consumo de drogas. E a APP, a UBES, a UPES vão assumir a responsabilidade pela morte do garoto? Esquerdistas e comunistas adoram que se se arranque sangue para sustentar seus ideais doutrinatórios.

A APP Sindicato exige do Estado o que é de competência do Governo Federal

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Faixa durante manifestação pró Dilma e Lula e contra a Operação Lava Jato em Curitiba

A pauta que sustenta a greve dos professores estaduais, iniciada em 17 de outubro, tem no mínimo um item com poder para esticar a paradeira nas escolas paranaenses por tempo indeterminado. A APP reclama do governador Beto Richa solução para que sejam enterradas algumas iniciativas do governo federal, quais sejam: a MP 746 (reforma do ensino médio), a PEC 241 (que limita os gastos públicos por 20 anos ao índice de inflação do ano anterior), o PL 257 (plano de auxílio aos Estados, com restrições no crescimento das despesas) e a reforma da previdência. Tá fácil?